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Estudos recentes indicaram que o grafeno pode ser um poderoso conversor de luz em energia elétrica. Mas antes de tudo, o que vem a ser o grafeno? O grafeno, consiste de uma folha plana de átomos de carbono densamente compactados em uma grade de duas dimensões, sendo o material mais forte já demonstrado. Os investigadores demonstraram que o grafeno é altamente eficiente na geração de elétron após absorver luz, o que sugere que o material poderia ser usado para fazer os sensores de luz e talvez ainda mais eficientes células solares.

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Materiais convencionais que transformam a luz em eletricidade, como o arseneto de gálio e silício, geram um único elétron para cada fóton absorvido. Uma vez que um fóton contém mais energia do que um eletron pode transportar, grande parte da energia contida na luz de entrada é perdida na forma de calor. Agora, uma nova pesquisa revela que, quando o grafeno absorve um fóton, ele irá gerar múltiplos elétrons capazes de conduzir uma corrente. Isto significa que,  os dispositivos de grafeno para a conversão de luz em eletricidade podem ser concretizadas, e que poderiam ser mais eficientes do que os dispositivos comumente usados ​​hoje.

Para realizar o experimento, os pesquisadores usaram dois pulsos de luz ultra-rápidos. O primeiro enviou uma quantidade prescrita de energia em uma única camada de grafeno. O segundo serviu como uma sonda que contou os elétrons do primeiro gerado.

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Koppens diz que o fenômeno descrito no novo documento, provavelmente, terá o impacto mais imediato no campo da detecção de imagem. O seu laboratório está trabalhando em um protótipo. Ele é “razoavelmente confiante” de que o grupo pode melhorar o desempenho de sensores de luz, como os usados ​​em câmeras, óculos de visão noturna, e alguns sensores médicos.
Embora o trabalho apenas aponta para possíveis aplicações solares, isso mostra que o grafeno poderia ser considerado um candidato para o uso em chamada da 3° geração de células solares. O termo ( 3° geração), refere-se ao desenvolvimento de  tecnologias que superam os limites físicos de células solares convencionais e alcançam eficiência muito maior. Células de silício hoje em dia, têm um limite de eficácia teórica na faixa de 30 %. Células solares feitas de grafeno pode ter um limite teórico superior a 60 %.
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diego almeidaColaborador

Diego Coelho Almeida  –  Facebook  –  Twitter

Estudante de Engenharia Florestal